Alguma vez você já tentou imaginar como é o trabalho de um profissional? Como começou a carreira? Será que gosta do que faz? Como se motiva? Saber um pouco mais de sua história?
Eu já, e continuo perguntando ...
Hoje, com muito alegria, compartilho uma entrevista que fiz com a Amanda, da Quebra Galho Festas.
Um papo muito divertido que traz uma história linda e de muita fé!
Vocês trabalhavam com o que antes de ter a loja?Eu (Amanda) trabalhava em uma importadora de máquina de costura e a Adriana trabalhava em uma marmoraria.
Como foi que surgiu a ideia de ter uma loja?Eu recebi da escola dos meus filhos aqueles bilhetes de brinquedos infláveis e, como já queria trabalhar por conta própria e a minha irmã também, levei a ideia pra ela. Fizemos aquelas contas mirabolantes. Sabe aquela que só soma e não subtrai? Então, bem essa!!! [risos] Começamos com locação de brinquedos e logo agregamos as decorações. Com o passar dos anos vimos a necessidade das mães em encontrar lembrancinhas prontas e fomos somando ideias.
E com quem vocês contaram para colocar esse plano de pé?Para colocar o plano de pé, contamos com a nossa fé em Deus, com coragem e com a união que sempre tivemos. Arregaçamos as mangas em busca de mais um sonho.
Como foi a escolha do nome? A escolha do nome é mérito da minha irmã [Adriana]. Uma vez, na montagem de uma decoração, faltou uma cor de bexiga. Rodamos por várias lojas (em um sábado às 8 da manhã) e não encontramos. Nessa hora ela falou: “Um dia, quando Deus nos abençoar, abriremos uma loja e será Quebra Galho. Será uma loja de esquina e quebraremos o galho de várias pessoas.” E como Deus é fiel, Ele realizou nossos sonhos nos mínimos detalhes. #paranossaalegria
A loja desde o começo foi de festas? Com personalizados e itens para personalizar?
No início era apenas de decoração, no estilo ‘pegue e monte’ e, aos poucos, fomos agregando os artigos de festas e lembrancinhas.
Uma vez você comentou que alguns itens para personalizar eram produzidos por vocês. É isso mesmo? Que itens fazem?
Trabalhamos com a produção e modificação de itens.
É uma empresa familiar? E vocês ficam nas lojas? No início era apenas familiar. Agora contamos com a ajuda dos nossos colaboradores para o e-commerce, vendas e produção. Fazemos questão de, sempre que possível, estar na loja para saber o que as pessoas precisam e garantir o bom atendimento.
Como é a rotina de tocar uma loja (compras, atendimento, vendas, estoque)?A rotina é árdua. Correria total, buscando melhorar sempre. Nossa rotina, diferente dos nossos colaboradores, não temos horário fixo nem salário fixo. Temos o amor e a certeza de que estamos fazendo o que amamos.
Dos itens para personalizar, qual que mais vende?O que mais vende Tubeteeeeeee [risos]. Esse é o pão da padaria não pode faltar!!!!
Como vocês vendem festas prontas, qual o tema mais pedido?Em 2016, o tema mais pedido, com certeza, foi Frozen. Já em 2017, por incrível que pareça, foram: Mickey, Minnie e Miraculous.
Qual o maior desafio de ter uma loja? Nosso maior desafio é manter nossos clientes satisfeitos trazendo novidades, preço acessível e manter tudo e todos bem e em harmonia.
E o que vocês mais gostam?O que a gente mais gosta com certeza é o sorriso do cliente quando vem nos contar como foi a festa. É incrível ver os clientes lindos, que estão locando e comprando há 5 anos seguidos. E quando o cliente nos diz que nossa loja é um sonho? Nossa! Inexplicável. Isso não tem preço!
E vocês tem planos de novas lojas? Planos de novas lojas sim, assim que Deus nos permitir. A economia do nosso país assusta, mas quando Deus nos permitir, com certeza teremos.
Vocês participam da criação das peças prontas para festas?Minha irmã e eu participamos de tudo, o tempo todo. A Adriana faz a peça piloto e desenha os modelos e eu, aprovo as artes e vejo os custos. Estamos sempre por perto de todos os setores.
Se pudesse escolher outro tipo de loja, que loja teria? Por que?Outro tipo de loja? Nossa, de verdade, não sei. Não me imagino longe das festas. [risos]
Para quem quer empreender, que conselhos você daria?Conselho?!?! Nossa!!!! Vou falar o que acho e o que passo aos meus colaboradores...
Trabalhe por amor, tenha mente aberta pra novos horizontes e fique de olho na concorrência. Não para prejudicá-los, mas para entender que se eles conseguem um preço bom você também consegue. Saiba que mais difícil do que conquistar um cliente é reconquistar, por isso, dê valor aos seus clientes. Cuide deles e tenha paciência. Em suas mãos eles estão depositando a realização de seus sonhos. São as festas dos bens mais preciosos que eles têm. Alguns papais e mamães idealizam a festa por um ano todinho. Eles merecem o nosso respeito e atenção!
Vocês têm algum guru, professor ou mentor que seja uma referência para você?
Guru? Mentor? Não temos. É Deus nos abençoando e muita garra e vontade de seguir em frente.
Referência? Temos várias ao nosso redor, ali na loja do Centro. [risos] Camicado, Rizzo, Matsumoto ... todos começaram pequenos e hoje são uma potência no mundo das festas então, quem sabe [risos] ... Sonhar alto não paga imposto!!!!😬😬😬😬
Como você trabalha com comércio, qual o seu diferencial no atendimento ao cliente?
Clientes!?!?!?! Amamos de paixão! Amamos e fazemos questão que eles saibam disso... Por eles, estamos funcionando e por causa deles estamos crescendo. É por eles que fazemos questão de buscar novidades sempre.
Nossos clientes são amados e todos os nossos colaboradores são treinados para trata-los muito bem e ajudá-los até nos temas mais difíceis. O importante mesmo é ver nossos clientes satisfeitos e felizes. É lindo ouvir o cliente dizer: “Nega, olha eu aqui de novo.” #euamo
Pode compartilhar com a gente alguma situação engraçada ou inusitada que tenha acontecido na loja?
Engraçado!??! Muitas coisas!!! [risos]. Uma delas é ver os clientes disputando os últimos pacotes do tema (até que acabam entrando num acordo tipo eu levo 4 você 3 pra ninguém ficar sem). Outra é quando começam a falar da festa, uma dando dica pra outra. Agora a melhor é quando a mãe pede o tema Carros, o filho quer Peppa e o pai escolhe Heróis ... kkkkk
E para quem quer conhecer a loja, qual o endereço?Temos duas lojas físicas:
- Av. Roland Garros, 1205 - Jd . Brasil - SP
- R. Barão de Duprat 177 - box 48 - dentro do DupratShop - Centro - SP
Tem site? Pode comprar pelo site?
Sim!!!! Lembrando que nas lojas e no site os valores são os mesmos.
site: festasquebragalho.com.br
Algo mais para compartilhar com os leitores?
Quero finalizar dizendo que, pra nós, tudo isso era impossível. Algo muito distante, mas hoje estamos com 2 lojas de atacado e varejo e também o site.
Não desistam nunca dos seus sonhos. Temos uma frase que nos encoraja, escrevi essa frase há 6 anos atrás quando alugava apenas brinquedos e assim tem sido.
Isso é FÉ, mas FÉ sem atitude não nos leva a lugar nenhum, por isso, lute por aquilo que você acredita.
Nossa frase:
Forte abraço a todos!
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terça-feira, 23 de maio de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
ORGANIZANDO ARQUIVOS
E o assunto de hoje é: como devo organizar meus arquivos?
Puxa, a melhor resposta é: do jeito que você achar melhor ... E juro que isso não é um fora ... é a mais honesta e sincera resposta que posso dar, afinal, cada um tem seu jeito de guardar as coisas.
Massssss ... sei que não é isso que você quer ouvir né? Você quer uma referência para depois encontrar o seu (melhor) jeito. Então, vamos lá ...
O meu jeito de guardar é assim: tenho um lugar com os moldes "limpos" e um lugar com os moldes já personalizados.
No lugar com os moldes limpos, tenho pastas que indicam o que são os arquivos (caixas, bolsas, sacolas, convites etc) e todos os arquivos tem suas fotos salvas com o mesmo nome para facilitar na hora de escolher.
Já os arquivos personalizados, são organizados por temas (Natal, Pascoa, Mickey, Princesas etc) e nesse mesmo lugar ficam os elementos desses temas.
Ah ! Faltou comentar do lugar onde ficam os papéis digitais. Tenho uma pasta de papéis e estão organizados por cor ou estampa (azul, amarelo, vermelho, floral, arabescos etc).
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DIVULGANDO SEU TRABALHO NO FACEBOOK
Você usa o FACEBOOK para divulgar seus trabalhos, produtos ou serviços?
É uma ferramenta importante e que pode promover mais rapidamente seu nome ou marca.
Ainda que exija alguns cuidados, é algo fácil de usar e o melhor, você pode fazer tudo sem custo (ainda que exista a opção paga).
Se não tem, crie uma PÁGINA (não um perfil, uma página - dentro do seu perfil pessoal você cria uma página com o nome que desejar). Ter uma página traz algumas facilidades como a programação de postagens (você escolhe que dia e que hora sua postagem será publicada).
Como o facebook faz milhões de calculetas para decidir o que deve aparecer mais nas redes dos amigos e desconhecidos, você precisa estar "presente" na sua rede. Como? Comentando, curtindo e compartilhando ... e principalmente fazendo postagens diariamente (no mínimo 1) ...
Capriche nas postagens ... no caso de fotos, cuide para que tenha uma boa iluminação, ângulo e foco (use lâmpadas brancas e todos os abajures da casa para garantir uma iluminação sem sombras) ... evite colocar muito texto dentro das imagens (o facebook não gosta disso).
Na hora de escrever, escreva como que para uma pessoa (ok que o texto será lido por milhões de pessoas, mas cada um, ao ler, receberá melhor a mensagem achando que foi escrita para ela). Evite escrever "pessoal", "galera" ... fale diretamente com a pessoa.
Use textos descolados, adequados ao seu público e conforme seus produtos ... imagina que chato falar algo como "Disponibilizados em papel colorplus de gramatura 180g ornados com elementos de acrílico cortados a laser" ... aff .. não rola né? E o oposto também não ... pode ser uma linguagem informal mas nada de gírias, palavras abreviadas ou com erros de digitação.
Ah !!!! Interaja sempre com quem comentar suas postagens. Responda, agradeça, use um emoticom ... o Facebook gosta disso !!!! E seus contatos também.
Bóra praticar? Compartilhe suas experiências .. conte o que deu certo, o que deu errado ...
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APRENDER OU NÃO - O QUE É MAIS CARO?
Vamos falar um pouco sobre os custos de se capacitar (e os de não se capacitar).
Vamos pensar num curso de 500 reais para que você possa lidar com a máquina e, digamos, não fazer besteira.
Podemos pensar que com esse único investimento você consiga trabalhar 3 meses sem a necessidade de um outro (claro que é muito mais, mas para o nosso exercício funcionará bem!). A conta: 500 reais divididos por 90 dias (3 meses) é igual a R$5,50 reais por dia.
A gente poderia pensar agora no que você compra com 5 reais hoje em dia, mas vamos ser mais objetivos. Pensa no tanto de folhas, impressões, bases de corte e lâminas que são perdidas por quem fica "arriscando" e o custo disso tudo.
E assim como fazemos com uma lâmpada que não acende, que ficamos clicando no interruptor insistentemente como se a luz fosse "pegar no tranco", no mundo da Silhouette muitas são as tentativas até que se desista e procure ajuda.
Falamos das perdas materiais, mas temos que considerar o tempo improdutivo também. Cada tentativa frustrada significa uma peça não produzida e mais prejuízo.
Além do que se perde, tem o que se ganha. Como você elimina os erros, aplica técnicas aprendidas, produz mais quantidade (mais rápido e melhor). Produto melhor se destaca e vende mais.
Ahhhhh ... antes de terminar preciso deixar claro que não estou falando aqui de tentativas de produzir algo, testar papéis, encaixes, apliques para criar uma novidade ... estou falando das tentativas que custam muito caro por falta de conhecimento e técnica, ok?
E o que me diz? Você investe em treinamento? Deixe aqui suas experiências sobre esse tema ...
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TÁ CARO!
E a pessoa está apresentando seu produto cheio de alegria, falando das possibilidades, do material de qualidade e de repente, não mais que de repente, ouve uma voz dizer: "- tá caro!".
A pessoa então se sente como se tivesse tomado um soco na barriga, seu rosto fica vermelho e uma lágrima quase consegue sair do olho.
Comum isso? Já aconteceu com você?
Você já ouviu, com certeza coisas do tipo "você precisa se valorizar", "azar da cliente que vai comprar coisa ruim", "o sol nasce pra todos" e por aí vai.
Ainda que tudo isso seja verdade, você precisa se preparar para situações como essas (que não serão raras).
Pra começar, entenda que não é pessoal. Faz parte de um processo de negociação. Acredito que você já tenha utilizado desse artifício numa loja esperando ouvir de volta algo como "faço um desconto para você". Sem falar que há um conceito bem comum de que quem não questiona, paga caro.
Outro ponto importante é que assim como não é pessoal, também não tem relação nenhuma com a beleza ou qualidade do seu produto. Na maioria das vezes o cliente tem uma ideia de valor (que pode estar totalmente equivocada) ou um limite para gastar e quer comprar o máximo de coisas com essa grana. Lembre-se que ele ainda está negociando e não necessariamente avaliando custos, qualidade etc.
Um erro comum é desconsiderar a necessidade do cliente. Alguns vão priorizar preço e isso não tem a ver com seu trabalho, é uma opção dele - ou porque ele não tem grana ou porque não valoriza, quer apenas algo para sair na foto e pronto.
Quer um exemplo de outra área? Brigadeiro. É só leite condensado, mas tem brigadeiro de 50 centavos e brigadeiro de 5 reais. Tá errado não querer pagar 5 reais? Não. Tá errado não querer pagar 50 centavos? Também não. O errado é querer vender um produto de 5 reais para quem quer pagar 50 centavos. São públicos diferentes.
E ai chegamos na grande questão: É CARO ou VALE MAIS? Sim !!!!! Tem coisas que valem mais ... Se eu uso leite condensado e achocolatado genéricos, tenho um preço final. Já, se uso leite condensado de marca, chocolate belga, lascas de macadâmia, naturalmente vale mais.
Seria algo como (só um exemplo para ilustrar!):
- Quanto custa.
- O valor é R$6,50.
- Tá caro.
- Comparado com o que?
- Ah, a amiga da minha amiga vende por R$2,50
- Não conheço a qualidade do trabalho dela, mas o meu é assim, assado, uso isso, uso aquilo, garanto a entrega, refaço se tiver qualquer problema etc. E tenho referências de Clientes muito satisfeitas com os meus produtos.
- Entendi, mas você não pode fazer mais barato?
- Realmente não, uma vez que uso material de qualidade nos meus trabalhos.
- Quanto custa.
- O valor é R$6,50.
- Tá caro.
- Comparado com o que?
- Ah, a amiga da minha amiga vende por R$2,50
- Não conheço a qualidade do trabalho dela, mas o meu é assim, assado, uso isso, uso aquilo, garanto a entrega, refaço se tiver qualquer problema etc. E tenho referências de Clientes muito satisfeitas com os meus produtos.
- Entendi, mas você não pode fazer mais barato?
- Realmente não, uma vez que uso material de qualidade nos meus trabalhos.
Talvez você não venda para essa Cliente, mas ela entendeu perfeitamente a diferença.
E vamos lá gente ... já imaginaram o cliente na loja da Mercedes-Benz reclamando que o preço lá é caro e que é tudo carro? Tá caro ou vale mais?
Faz sentido? Ajudou a clarear um pouco esse universo? Dá para refletir um pouco?
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NÃO VENDI. E AGORA?
Não vender faz parte ... mas que tal trocar o “E AGORA?” pelo “POR QUE?”.
Muita gente fica pensando o que vai fazer por não ter vendido, reclama do cliente, do dia, do mundo ... Mas penso que o correto é analisar o motivo pelo qual não vendeu.
Se tiver como, pergunte para o seu cliente o motivo da desistência. Se não tiver como perguntar, faça algumas reflexões.
Veja alguns pontos para analisar:
1 – público errado – você pode estar tentando vender para alguém que não quer comprar o que você tem para vender. Avalie se sua PERSONA está correta (se não sabe o que é isso, procure pelo post que tem esse título).
2 – preço inadequado – você pode estar valorizando muito seu produto e oferecendo para quem não valoriza ou você não está verificando o mercado que seu público está inserido e quem está concorrendo com você.
3 – produto incorreto – você pode estar oferecendo água para quem precisa de gelo. Converse, de forma fictícia, com sua PERSONA: - Ela precisa do seu produto? Ela pagaria pelo seu produto? Ela gostaria do seu produto? Revise seu portfólio.
4 – nada de errado ! apenas seu cliente mudou de ideia – isso também acontece. A pessoa pensou em dar uma caixa e de repente, viu um vestido e achou melhor o vestido do que sua caixa. Não são itens comparáveis, é só uma questão de escolha da cliente.
Tenha isso bastante claro e evite o erro comum de sair baixando preço, entregando mil coisas para não perder o cliente – afinal, é melhor perder o cliente do que perder dinheiro, né?
“Aceite não vender, mas não aceite não saber o motivo.”
E vamos que vamos ... porque o “SIM” está depois de alguns “NÃO” ... Afinal, nosso cliente está esperando nossa apresentação.
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